05/05/2026
Ser mãe atípica é viver entre o amor e a exaustão.
Não é falta de querer trabalhar.
É uma rotina que não cabe na CLT — terapias, crises, imprevistos.
E quando a gente tenta empreender, também não é simples.
Porque o cuidado não pausa. Nunca.
Há 21 anos eu vivo essa realidade.
Essa mãe não fala só por mim.
Ela é o grito de milhares de mães atípicas, no Brasil e no mundo.
É uma vergonha ver um sistema que deveria acolher… tratar com descaso quem já enfrenta tanto.
Mas a gente segue.
Cansada, muitas vezes invisível…
mas nunca em silêncio.
Quantas mães você conhece vivendo isso?