02/11/2026
O luto não tem prazo. E a saudade não tem um jeito certo de existir.
Há ausências que mudam a nossa vida. Há dias em que a lembrança chega mansinha e outros em que parece ocupar todos os espaços.
Cada pessoa encontra sua maneira de continuar. Algumas guardam fotografias, outras cartas, objetos, roupas. Pequenos vestígios de histórias que não querem deixar para trás.
E talvez seja isso que as memórias façam: elas encontram novas formas de permanecer.
No Dom, uma roupa que fez parte de uma história pode ganhar um novo significado. Não para substituir quem partiu, nem para diminuir a saudade, mas para oferecer um jeito de manter por perto algo que tem um valor imenso.
Porque seguir em frente não significa esquecer.
E sentir saudade também é uma forma de reconhecer o quanto alguém foi importante.