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Fator de potência em luminárias LED: o que conferir na ficha técnica?O fator de potência, ou FP, é a relação entre a pot...
11/09/2026

Fator de potência em luminárias LED: o que conferir na ficha técnica?

O fator de potência, ou FP, é a relação entre a potência ativa, medida em W, e a potência aparente, medida em VA. Ele não informa quanto a luminária ilumina. Mostra como a carga ocupa a instalação elétrica, um dado que ganha importância quando o projeto multiplica a mesma peça por dezenas ou centenas de pontos.

No RTQ aprovado pela Portaria Inmetro nº 231/2026, os mínimos medidos variam conforme a potência declarada:

• até 2 W: sem limite e sem declaração obrigatória;
• acima de 2 W até 5 W: 0,40;
• acima de 5 W até 25 W: 0,70, exceto lâmpadas tubulares, para as quais o mínimo é 0,90;
• acima de 25 W: 0,90.

A Portaria está em vigor, mas há uma transição de quatro anos: o atendimento integral por toda a cadeia será exigido a partir de 5 de maio de 2030. O texto também traz exclusões. Entre elas estão as luminárias LED destinadas à fixação em postes, incluindo modelos para vias públicas, praças e outras áreas externas.

Se o FP não aparecer na ficha comercial, peça o dado ao fornecedor e confira também a marcação do produto e da embalagem, observando o regime regulatório aplicável.

Salve este critério e envie para quem especif**a ou compra iluminação para obra.

**acaoTecnica

7 de Setembro é uma oportunidade de olhar para a nossa história e reconhecer tudo o que foi construído desde então.Um pa...
07/09/2026

7 de Setembro é uma oportunidade de olhar para a nossa história e reconhecer tudo o que foi construído desde então.

Um país se transforma quando pessoas diferentes compartilham a capacidade de criar, trabalhar, superar desafios e projetar novos caminhos. É essa força que mantém o Brasil em movimento e faz de cada conquista parte de uma história que continua sendo escrita.

Na LuceLED, acreditamos que transformar espaços também é uma forma de construir futuros: com tecnologia, conhecimento e soluções que levam mais qualidade, eficiência e propósito para cada projeto.

Neste 7 de Setembro, que a nossa maior inspiração seja seguir construindo um Brasil cada vez mais forte, criativo e cheio de possibilidades.

Feliz Dia da Independência do Brasil. 🇧🇷

Alterações de projeto durante a obra são mais comuns do que parecem. Mas, quando o assunto é iluminação, substituir uma ...
02/09/2026

Alterações de projeto durante a obra são mais comuns do que parecem. Mas, quando o assunto é iluminação, substituir uma luminária por outra “equivalente” exige atenção aos critérios técnicos.

O que deve ser analisado antes de aprovar uma substituição? E quais cuidados são importantes para evitar problemas no projeto?

Preparamos uma matéria completa sobre o assunto no blog da Luceled. 💡

Leia aqui:

Trocar a luminária do projeto não é decisão do setor de compras. O que as duas leis dizem sobre alterar a especif**ação e como provar o equivalente.

Habbibs, Itaipu e Hard Rock estão entre as obras já atendidas pela LuceLED.Desde 2014, a empresa fornece soluções em ilu...
01/09/2026

Habbibs, Itaipu e Hard Rock estão entre as obras já atendidas pela LuceLED.

Desde 2014, a empresa fornece soluções em iluminação LED em Curitiba. Seu portfólio também reúne projetos para CRC-PR, Opus One Ecoville, Padó Panif**adora, Restaurante Taisho e Habib’s Seminário. Uma trajetória que ainda não havia sido apresentada por completo aqui no feed.

Um portfólio não serve apenas para mostrar nomes. Ele ajuda a comprovar experiência, capacidade de entrega e confiança construída em obras reais.

Antes de fechar a próxima cotação, verifique três pontos:

• Peça a relação de obras já entregues.
• Solicite a ficha técnica do fabricante de cada item especif**ado, não apenas um material elaborado pelo revendedor.
• Confira o responsável pela especif**ação técnica.

O artigo 14 da Lei nº 5.194/1966 determina que especif**ações e outros trabalhos técnicos tragam a assinatura, o título e o número de registro do profissional responsável.

Se o fornecedor não consegue apresentar essas informações, é melhor descobrir antes da compra, não na entrega da obra.

Salve este post para consultar na próxima cotação e compartilhe com quem participa da aprovação da compra.

**acaoTecnica

Como fazer manutenção de iluminação industrial quando a luz do galpão caiu, mas nenhuma luminária queimou — e o que a Lu...
27/08/2026

Como fazer manutenção de iluminação industrial quando a luz do galpão caiu, mas nenhuma luminária queimou — e o que a Luceled recomenda medir antes de aprovar uma troca.

Antes de trocar luminárias, meça o lux em três pontos do galpão e faça um teste comparativo após a limpeza de uma fileira. Se a iluminância melhorar nas mesmas condições de medição, há evidência de que a sujeira estava contribuindo para a perda de desempenho.

Quando o galpão parece mais escuro, a causa nem sempre é uma luminária queimada. Sujeira acumulada em lentes e refletores pode alterar a distribuição da luz e piorar principalmente a iluminância nos vãos e nos pontos mais críticos do ambiente.

Por isso, medir apenas embaixo da luminária pode esconder parte do problema.

Antes de aprovar uma troca, a Luceled recomenda um teste simples: limpar uma fileira e comparar as medições de lux antes e depois, sempre nos mesmos pontos.

O critério, em quatro passos:

Marque três pontos no piso com fita: um embaixo de uma luminária, um no meio do vão entre duas e um no ponto de pior leitura. Meça o lux nos três.
Limpe apenas uma fileira, incluindo lente e refletor. Mantenha a fileira ao lado sem limpeza como referência.
Meça novamente nos mesmos três pontos, com as mesmas luminárias ligadas e em condições equivalentes.
Compare principalmente o ponto do meio do vão e o ponto crítico. Se a iluminância melhorar após a limpeza, há evidência de que a sujeira estava contribuindo para a perda de desempenho.
Quanto se recupera depende do ambiente, do tipo de sujeira, da luminária e do intervalo entre limpezas. Não existe um percentual único nem um prazo que sirva para todo galpão.

O dado confiável é o do próprio local: medir, limpar e medir novamente nas mesmas condições.

Quando foi a última vez que as luminárias do seu galpão foram limpas — e o que foi medido depois?

Como isso entra na conta de CAPEX e OPEX está no nosso blog no link da bio.

Como detectar cintilação em luminária LED com a câmera do celular, e o que a Luceled faz com o resultadoExiste aplicativ...
25/08/2026

Como detectar cintilação em luminária LED com a câmera do celular, e o que a Luceled faz com o resultado

Existe aplicativo que usa a câmera do celular para ler cintilação em luminária LED. Ele capta oscilação que o olho não capta, e é aí que ele serve: levantar suspeita. Veredito ele não dá. O desvio de um desses aplicativos contra instrumento de referência já foi medido, é alto, e f**a mais alto com a luminária dimerizada. Na Luceled, leitura ruim manda medir com instrumento antes de reprovar lote.

O olho integra a luz e devolve uma média. A câmera amostra a luz em quadros. É esse descompasso que faz aparecer na tela algo que não aparece na sala. A faixa que às vezes surge na imagem é demonstração visual, não medida.

A leitura que interessa não é a de luz plena. É a da luminária dimerizada, que é onde o problema costuma aparecer. E é também onde a leitura pelo celular f**a menos confiável. Os dois pioram juntos, e é por isso que o número vale como pergunta, nunca como resposta.

Triagem tem dois erros possíveis, e os dois custam. Número ruim que vira reprovação é lote devolvido sem prova. Número bom que vira aprovação é problema liberado para dentro da obra.

O critério que dá para aplicar na próxima amostra: aponte a câmera para a luminária ligada, com um aplicativo de medição de cintilação, e anote a leitura. Repita com a luminária dimerizada. Leitura ruim manda medir com instrumento próprio antes de reprovar o lote. Leitura boa não libera nada sozinha.

Quando a luz de uma área entregue parece estranha e ninguém consegue provar, o que a sua equipe faz hoje: troca a luminária ou mede?

O que o driver tem a ver com isso está no blog, acesso o link na bio.

Luceled · Curitiba, PR

**acaotecnica

Existe uma quantidade certa de luz para cada cômodo? Sim. Sala, cozinha e quarto têm funções diferentes e, por isso, pre...
21/08/2026

Existe uma quantidade certa de luz para cada cômodo? Sim. Sala, cozinha e quarto têm funções diferentes e, por isso, precisam de estratégias de iluminação diferentes.

A iluminância (lux) indica quanto de luz chega a uma superfície, enquanto a temperatura de cor (K) influencia a tonalidade e a percepção do ambiente.

Na cozinha, onde existe maior demanda visual, a luz neutra, em torno de 4000K, favorece a percepção de detalhes e cores.

Nas bancadas, uma iluminação bem posicionada também evita sombras durante o preparo.

Na sala, o objetivo é criar conforto e acolhimento. A luz quente, entre 2700K e 3000K, combinada a iluminação indireta e em camadas, ajuda a valorizar materiais e criar uma atmosfera mais agradável.

Já no quarto, a iluminação deve ser ainda mais suave. Temperaturas mais quentes e intensidade reduzida contribuem para uma atmosfera de desaceleração, especialmente no período noturno.

Não existe uma única iluminação ideal para toda a casa, existe a luz adequada para cada atividade, horário e experiência que o ambiente precisa proporcionar.

Um bom projeto luminotécnico considera quantidade, qualidade, distribuição e temperatura da luz para transformar cada espaço de acordo com sua função.

Na sua casa cada cômodo tem a iluminação ideal?

O fim da comercialização de determinadas lâmpadas fluorescentes e reatores já tem data definida: 31 de dezembro de 2026....
19/08/2026

O fim da comercialização de determinadas lâmpadas fluorescentes e reatores já tem data definida: 31 de dezembro de 2026.

A Portaria Inmetro nº 693/2025 estabeleceu um cronograma para retirar do mercado nacional lâmpadas fluorescentes compactas com reator integrado à base e determinados reatores destinados a lâmpadas fluorescentes tubulares.

A transição acontece em etapas:

31/12/2025: fabricação e importação proibidas.

31/07/2026: fabricantes e importadores deixam de poder comercializar esses produtos para o mercado nacional.

31/12/2026: termina a comercialização por distribuidores e varejistas no país.

A medida também está relacionada aos compromissos do Brasil com a Convenção de Minamata sobre Mercúrio.

O próprio Inmetro aponta, além da questão ambiental e de saúde, a baixa eficiência energética e a obsolescência tecnológica das lâmpadas fluorescentes compactas como fatores relevantes para a retirada desses produtos.

Para empresas, condomínios, hotéis, indústrias e empreendimentos comerciais que ainda possuem sistemas fluorescentes instalados, esse cenário merece atenção.

A substituição não precisa acontecer apenas quando uma lâmpada queimar. O momento pode ser aproveitado para planejar um retrofit de iluminação, avaliando consumo, infraestrutura, qualidade da luz, manutenção e adequação do novo sistema às necessidades do empreendimento.

A migração para LED permite modernizar a iluminação de forma planejada, reduzindo a dependência de uma tecnologia que está deixando o mercado e evitando compras emergenciais no fim do prazo.

O prazo está correndo. Planejar a transição agora é diferente de correr para resolver depois.

📞 Fale com a LuceLED e avalie a melhor estratégia para modernizar seu sistema de iluminação.

Quer saber todos os detalhes da regulamentação? Leia nosso blog, link na bio.

Retrofit de iluminação, decisão de orçamento, não manutenção de emergência!Tratar o retrofit como investimento em CAPEX ...
17/08/2026

Retrofit de iluminação, decisão de orçamento, não manutenção de emergência!

Tratar o retrofit como investimento em CAPEX permite planejar a modernização, em vez de esperar luminárias queimarem e transformar a iluminação em uma sequência de gastos corretivos.

Um retrofit bem estruturado começa com o diagnóstico do sistema atual, consumo, horas de funcionamento, estado das luminárias e custos de manutenção.

A partir daí, o projeto luminotécnico define uma solução mais eficiente, confortável e adequada ao uso do espaço.

O ganho não está apenas na redução do consumo de energia. Equipamentos mais eficientes e duráveis também diminuem trocas, mão de obra, compras emergenciais e paradas operacionais.

Além disso, o retrofit permite atualizar a estética do empreendimento e incorporar tecnologias como LED COB, linhas contínuas de luz, dimerização e sistemas de automação, quando fizerem sentido para o projeto.

A diferença está em trocar uma lógica reativa por uma decisão planejada: investir agora para reduzir custos operacionais e evitar que a manutenção dite o orçamento depois.

📞 Fale com a LuceLED e avalie o potencial de retrofit do seu empreendimento.

Iluminação de banheiro começa por um número que não é de lúmen: é o grau de proteção IP exigido no ponto exato onde a lu...
14/08/2026

Iluminação de banheiro começa por um número que não é de lúmen: é o grau de proteção IP exigido no ponto exato onde a luminária vai f**ar.

A NBR 5410 divide o local com banheira ou chuveiro em quatro volumes. No volume 0 — dentro da banheira ou do rebaixo do boxe — o mínimo é IPX7. No volume 1, que vai até 2,25 m de altura e alcança 0,60 m ao redor do chuveiro quando não há boxe delimitado, IPX4. No volume 2, IPX3 — e, em banheiros públicos, IPX5.

O detalhe que derruba projeto pronto: dispositivo de proteção, seccionamento ou comando não se instala nos volumes 0, 1 e 2. Nota da própria norma abre exceção, nos volumes 1 e 2, para cordão isolante de interruptor acionado a cordão e para comando alimentado em SELV, radiofrequência ou infravermelho.

O DR de 30 mA é outra coisa, e as duas vivem confundidas. Ele é obrigatório para os circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais contendo banheira ou chuveiro, nas condições previstas pela NBR 5410. E não libera tomada no volume 2. Tomada no volume 3 pode ser admitida quando alimentada individualmente por transformador de separação, em SELV ou protegida por DR com corrente diferencial-residual nominal não superior a 30 mA.

O segundo dígito do IP trata da proteção contra água. 4 protege contra respingos de água de qualquer direção; 5, contra jatos de água; 7, contra imersão temporária. E IPX7 não implica IPX5 — proteção contra imersão não signif**a automaticamente proteção contra jatos.

Para iluminação, as normas têm critérios diferentes: banheiros residenciais exigem no mínimo 100 lux, enquanto banheiros, toaletes e vestiários em ambientes de trabalho exigem 200 lux, UGRL 25 e Ra mínimo 80.

O Ra indica o índice de reprodução de cor — ou seja, a capacidade de a iluminação reproduzir as cores com fidelidade. No banheiro, isso importa especialmente diante do espelho.

Vale a data: a norma em vigor é a ABNT NBR 5410:2004, com Versão Corrigida:2008. A revisão ainda não publicada propõe alterações nos volumes e nas tomadas, e é daí que vem parte da confusão.

Qual é o IP da luminária que está hoje sobre o seu box?

Endereço

Rua Major Heitor Guimarães, 265
Curitiba, PR
80440120

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 17:30
Terça-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 17:30
Quarta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 17:30
Quinta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 17:30
Sexta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 17:00

Telefone

+554130921010

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