Monica Raeder Arquitetura e Interiores

Monica Raeder Arquitetura e Interiores Projetos arquitetônicos, design de interiores e consultoria especializada para construtoras.

- 13 anos de experiência profissional na área de construção civil
- Projeto, Compatibilidade de projetos, Orçamentos, Planejamento Financeiro, Fiscalização de obras
- Elaboração de viabilidade construtiva e avaliação de imóveis
- Projetos de paisagismo
- Projetos de design de interiores
- Projetos arquitetônicos residenciais, corporativos e comerciais

Seu cérebro não vive separado do ambiente.Ele percebe luz, temperatura, sons, texturas, proporções, circulação, presença...
18/08/2026

Seu cérebro não vive separado do ambiente.

Ele percebe luz, temperatura, sons, texturas, proporções, circulação, presença de natureza e até a sensação de controle que um espaço proporciona muitas vezes sem que você perceba conscientemente.

É por isso que a neuroarquitetura vai muito além de deixar um ambiente bonito ou colocar algumas plantas no projeto.

Ela busca compreender como as características do espaço podem influenciar a experiência humana.

Um ambiente pode favorecer concentração.
Outro pode facilitar o descanso.
Um pode gerar sensação de acolhimento.
Outro pode provocar desconforto e sobrecarga.

E isso muda completamente a forma de projetar.

Para o arquiteto, a pergunta deixa de ser apenas:

“Como esse ambiente vai ficar?”

E passa a ser:

“Como as pessoas vão se sentir e se comportar dentro dele?”

É aí que arquitetura, ciência e bem-estar começam a conversar.

Porque projetar para pessoas também é entender aquilo que elas sentem, mesmo quando não conseguem explicar.

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Essa é uma pergunta que tende a se tornar cada vez mais comum nos próximos anos.Com o aumento da frequência e intensidad...
13/08/2026

Essa é uma pergunta que tende a se tornar cada vez mais comum nos próximos anos.

Com o aumento da frequência e intensidade das ondas de calor, projetar pensando apenas na estética já não é suficiente. O conforto térmico passou a ser uma questão de saúde, qualidade de vida e eficiência energética.

Algumas estratégias fazem uma diferença enorme:

- Controlar a incidência solar com brises, beirais e sombreamentos adequados.

- Priorizar a ventilação cruzada para favorecer a circulação natural do ar.

- Integrar vegetação ao projeto para reduzir a absorção e a reflexão do calor.

- Especificar materiais e coberturas que minimizem o ganho térmico da edificação.

- Reduzir a dependência de climatização artificial por meio de soluções passivas.

A arquitetura sustentável não busca apenas reduzir impactos ambientais.

Ela cria espaços mais resilientes, preparados para responder aos desafios climáticos que já estamos vivendo.

A pergunta não é mais se teremos ondas de calor mais intensas.

A pergunta é: nossos projetos estão preparados para elas?

12/08/2026

Quando pensamos em um hospital, normalmente imaginamos equipamentos, medicamentos e equipes médicas.

Mas existe outro fator que influencia diretamente a experiência e o bem-estar dos pacientes: o ambiente.

É exatamente daí que surge o conceito de Healing Spaces , espaços projetados para contribuir com a recuperação física e emocional das pessoas.

A ideia é simples: ambientes mais humanos geram melhores experiências.

Por isso, hospitais ao redor do mundo têm investido em estratégias como:
• contato visual com a natureza;
• maior entrada de luz natural;
• ventilação e qualidade do ar;
• redução de ruídos;
• espaços mais acolhedores para pacientes e familiares.

Essas soluções não substituem tratamentos médicos, mas ajudam a reduzir o estresse, aumentar a sensação de conforto e tornar o processo de recuperação menos desgastante.

A arquitetura não é apenas o lugar onde o cuidado acontece.
Ela também pode fazer parte dele.

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Nos últimos dias, milhares de arquitetos voltaram sua atenção para Fortaleza.O motivo não é apenas um congresso.É a muda...
05/08/2026

Nos últimos dias, milhares de arquitetos voltaram sua atenção para Fortaleza.

O motivo não é apenas um congresso.
É a mudança de foco que ele representa.

Durante muito tempo, a sustentabilidade foi discutida quase exclusivamente sob a ótica dos recursos, da eficiência e da tecnologia.

Tudo isso continua importante.
Mas a pergunta que começa a ganhar força é outra:
Que tipo de vida nossos projetos estão ajudando a construir?

Quando falamos sobre conforto térmico, iluminação natural, biofilia, qualidade do ar ou arquitetura humanizada, não estamos falando apenas sobre edifícios.

Estamos falando sobre pessoas.
E acredito que essa seja uma das discussões mais relevantes da arquitetura atualmente.

Porque projetar espaços sustentáveis não é apenas reduzir impactos ambientais.
É criar ambientes capazes de melhorar a experiência humana todos os dias.

Endereço

Curitiba

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