Paraná Só Telas Mosquiteiro

Paraná Só Telas Mosquiteiro Não corra mais risco, a solução está ao seu alcance, proteja sua Família Agora ! Eficiente contra: Dengue, Zika, Chikungunya e outros vetores

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Proteja-se da Dengue
04/03/2017

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25/01/2017
Coloque TELAS Mosquiteiras e previna-se contra a dengue  e demais mosquitos voadores.
04/12/2016

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26/11/2016

Proteja sua família, coloque TELAS nas janelas impedindo a entrada de mosquitos que provocam doenças. Tenha um sono de qualidade, sem zumbido de mosquitos da dengue.

16/09/2016

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Maringá confirma novos casos de dengue, zika vírus e chikungunya Secretaria de Comunicação  Secretária Carmem Inocente a...
11/04/2016

Maringá confirma novos casos de dengue, zika vírus e chikungunya

Secretaria de Comunicação

Secretária Carmem Inocente anuncia novos casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya Clique para ampliar a foto
Secretária Carmem Inocente anuncia novos casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya
Roberto Furlan/SECOM
A Secretaria de Saúde anunciou nesta sexta-feira (26) novas informações sobre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Foram registrados em Maringá até o momento 159 casos confirmados de dengue, quatro novos casos de zika vírus e três casos de febre chikungunya. Um dos novos casos de zika vírus é de uma gestante. Os dados foram apresentados pela secretária Carmem Inocente, que ressaltou os cuidados que todos devem ter para evitar os criadouros do mosquito.

“Nosso número cresceu e isso é muito preocupante, principalmente porque agora temos uma gestante entre os casos confirmados de zika vírus. Reafirmo que a responsabilidade no combate ao Aedes aegypti é de todos nós. Temos que intensif**ar o cuidado”, ressaltou Carmem. Dos casos de zika, cinco foram contraídos na cidade (são autóctones), incluindo da gestante, e os outros três são importados. Dos três novos casos de febre chikungunya, todos foram contraídos fora do município.

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11/04/2016

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Utilize as peças para divulgação das ações de combate ao Aedes aegypti em suas redes sociais.
24/02/2016

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O QUE É A CHIKUNGUNYA?A Febre Chikungunya é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No ...
24/02/2016

O QUE É A CHIKUNGUNYA?
A Febre Chikungunya é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, a circulação do vírus foi identif**ada pela primeira vez em 2014. Chikungunya signif**a "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
Os principais sintomas são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Não é possível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa f**a imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.
COMO É FEITO O TRATAMENTO?
Não existe vacina ou tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.
COMO PREVENIR?
Assim como a dengue, é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança. Quando há notif**ação de caso suspeito, as Secretarias Municipais de Saúde devem adotar ações de eliminação de focos do mosquito nas áreas próximas à residência e ao local de atendimento dos pacientes.

VIGILÂNCIACurso Capacitará Profissionais para Abordagem Clínica do ZikaPublicado: Quarta, 24 de Fevereiro de 2016, 15h58...
24/02/2016

VIGILÂNCIA
Curso Capacitará Profissionais para Abordagem Clínica do Zika
Publicado: Quarta, 24 de Fevereiro de 2016, 15h58.

Para capacitar profissionais de saúde e a população em geral sobre a suspeita, notif**ação, investigação, diagnóstico do vírus Zika, o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) lançam o curso “Zika: abordagem clínica na Atenção Básica”. A capacitação é destinada a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais de nível superior da Atenção Básica, que terão acesso a informações sobre o vírus Zika relacionadas à conduta nos casos e situações tratadas nos protocolos aprovados pelo Ministério da Saúde.

Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo integralmente dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. As inscrições no curso devem ser realizadas pelo site da UNA-SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017. Elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), o curso recebeu, nas primeiras 72 horas de inscrições, mais de oito mil matrículas.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a importância de se capacitar recursos humanos para enfrentar esse novo desafio de saúde pública. “Os profissionais de saúde estão na linha de frente na batalha contra a microcefalia e o Aedes. É essencial que eles estejam atualizados e preparados, tanto para orientar as pessoas de um modo geral, quando para cuidar daquelas com Zika ou qualquer uma de suas complicações”, explica.

O curso autoinstrucional de Zika é composto por quatro unidades educacionais. Os módulos são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. A ação trabalha pedagogicamente com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.

Entre os objetivos do treinamento está a orientação dos profissionais de saúde quanto ao modo de transmissão, período de incubação, vetor e características do vírus Zika; orientação quanto aos meios de proteção individual e coletiva; sensibilizar e instrumentalizar o profissional para identif**ação de quadro clínico sugestivo de infecção por vírus Zika (dengue e chikungunya) e realização do cuidado adequado de pacientes com quadro suspeito; apresentar critérios para indicação e interpretação de exames laboratoriais e por imagens referentes à doença etc.

AEDES AEGYPTI – Além desse curso, o Ministério da Saúde oferta outras quatro opções de capacitação voltadas para o combate ao mosquito, bem como para a atenção às doenças transmitidas pelo vetor. Está disponível, desde janeiro, um curso de atualização no combate vetorial ao Aedes aegypti, voltado para agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais de educação, assistência social e defesa civil, militares e multiplicadores em resposta a emergências em saúde pública. Além desses profissionais, também podem participar as pessoas que estiverem interessadas em ampliar os conhecimentos sobre as doenças e sobre como eliminar o mosquito.

Com linguagem simples e de fácil entendimento, e de acesso livre a qualquer pessoa, o módulo é realizado pela internet, tem 16 horas de duração e conta com certif**ação ao final. Para acessar o conteúdo, é preciso fazer um cadastro na página da AVA-SUS ou do Telessaúde do Rio Grande do Sul e começar as aulas virtuais. A expectativa é de que agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias de todo o país atualizem-se pela plataforma. O curso já conta com 7,5 mil inscritos.

Outras duas ações importantes são os cursos para diagnóstico e manejo de dengue e de chikungunya, ofertados de forma permanente pela UNA-SUS a profissionais de saúde de nível superior. O enfoque do curso de dengue, composto por oito estudos de caso, é a identif**ação do risco de casos suspeitos e a adoção das condutas corretas diante das diferentes situações clínicas, visando à redução de complicações. Desde 2012, foram recebidas mais de 21 mil matrículas para o curso de dengue, sendo a maioria delas realizadas por enfermeiros (48%) e médicos (32%). A maior parte dos profissionais matriculados (52%) atua em centros de saúde e unidades básicas de saúde, que são as portas de entrada do SUS.

Já o curso de chikungunya foi lançado em dezembro de 2015 – a primeira oferta recebeu 9.494 matrículas, sendo 36% de enfermeiros, 30% de médicos e 16% de técnicos e auxiliares de enfermagem. A maioria dos matriculados (52%) atua em centro de saúde ou unidade básica. O curso é composto por duas unidades: a primeira traz informações sobre epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico, ações de vigilância e organização dos serviços de saúde, além de apresentar a importância da educação permanente em saúde. Já a segunda unidade aborda casos clínicos, nos quais o profissional é estimulado a refletir sobre a melhor conduta para realizar o manejo de pacientes com suspeita da doença.

0800 – Os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e militares também têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço, disponível desde o início de fevereiro, oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identif**ação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor. A ação promove a formação permanente dos profissionais envolvidos no combate ao mosquito.

O esclarecimento pelo 0800 ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, pela central TelessaúdeRS, que integra o Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde. Pelo telefone, os profissionais poderão tirar dúvidas sobre procedimentos a serem adotados pela população, como, por exemplo, o uso de telas em portas e janelas, repelentes, inseticidas e roupas que reduzam a exposição de partes do corpo ao mosquito. Além disso, será possível esclarecer sobre como realizar de forma mais prática e rápida as ações para identif**ação de focos e para combate ao Aedes.

O contato por 0800 já é utilizado por médicos e enfermeiros da Atenção Básica, incluindo os participantes do Programa Mais Médicos. Para esses profissionais, o atendimento é feito pelo 0800 644 6543, por meio do registro de identif**ação profissional e da unidade básica de saúde que o profissional está vinculado. Pelo telefone, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento aos casos suspeitos e demais orientações para população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e a microcefalia, além de outras dúvidas clínicas.

Além do canal 0800, o Telessaúde Brasil Redes também promove atividades de tele-educação e teleconsultorias relacionados ao Aedes e às doenças transmitidas pelo mosquito. De novembro de 2015 a janeiro de 2016, foram realizadas 208 atividades de tele-educação, com um total de 5.026 participantes. Também foram promovidos 4.867 atendimentos de teleconsultoria no mesmo período.

SERVIÇO
Curso de Zika
Período de inscrição: até 15 de fevereiro 2017
Inscrição e mais informações: http://www.unasus.gov.br/cursos/zika

Endereço

Maringá, PR
87023-160

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5544997361956

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