21/01/2026
Cresci ouvindo que minha avó era macumbeira, feiticeira, bruxa.
Essas palavras vinham carregadas de confusão…
mas hoje eu sei: vinham do desconhecimento.
Ela rezava, benzía, cuidava, acolhia.
Trabalhava com fé, ervas, silêncio e amor.
Aquilo que chamaram de “mal”
sempre foi cura.
Intolerância religiosa não nasce do divino,
nasce da ignorância humana.
Hoje, 21 de janeiro,
eu escolho honrar minhas ancestrais,
respeitar todas as crenças
e lembrar que fé não se impõe — se respeita.
🕯️ Que a luz do respeito seja sempre mais forte que o preconceito.
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