22/05/2026
Hoje participei de um talk promovido pelos nossos parceiros Delta e RPF Gourmet sobre as percepções da última edição do Salone del Mobile, em Milão.
E foi muito interessante perceber como várias coisas que apareceram por lá têm total conexão com a forma como eu acredito e penso arquitetura há muito tempo.
Muito se falou sobre:
casa com cara de casa,
mistura de texturas,
afetividade,
personalização,
materiais naturais,
trançados,
cerâmicas,
cores mais acolhedoras,
ambientes com memória e intenção.
E talvez o que mais me chamou atenção foi perceber que o mercado está cada vez mais olhando para espaços que tenham identidade.
Porque no fim, não existe tendência sem verdade.
Antes de definir estilo, referência ou acabamento, eu sempre acredito que o principal é entender quem vai viver aquele espaço.
Como essa pessoa vive.
O que ela sente.
O que ela quer experimentar dentro da própria casa.
Depois disso, o projeto nasce.
E talvez seja por isso que hoje vemos um movimento tão forte em direção a casas mais afetivas, mais humanas e mais personalizadas 🤍
E como disse Delma Tudo que tem lá,t m aqui em Rio Preto.