29/09/2021
Hoje a dica é para escolher o melhor 𝗿𝗲𝗷𝘂𝗻𝘁𝗲, porque não é tudo igual!
Definir o tipo garantirá além do acabamento estético, um desempenho melhor ao preencher as juntas entre os pisos e evitar infiltrações, por isso saber as diferenças entre os rejuntes é muito importante para o resultado ser duradouro e eficiente de acordo com o seu espaço. Além disso, lembre-se: uma mão de obra especializada e de confiança é fundamental.
Conheça agora os principais tipos:
𝗥𝗲𝗷𝘂𝗻𝘁𝗲 𝗖𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁í𝗰𝗶𝗼:
É composto por cimento, minerais, pigmentos e aditivos. O mais comum e mais fácil de preparar e aplicar, tem elasticidade suficiente para a maioria dos revestimentos, mas apresenta porosidade que pode revelar sujeiras, fungos e até alguma infiltração. Com o tempo, pode sair com limpezas frequentes ou ação mecânica. É o mais em conta das três opções.
𝗥𝗲𝗷𝘂𝗻𝘁𝗲 𝗔𝗰𝗿í𝗹𝗶𝗰𝗼:
É composto por resina acrílica, cimento, minerais, pigmentos e aditivos. Mais resistente à umidade e ação mecânica que o cimentício, possui fácil aplicação e limpeza e é indicado para áreas molhadas (como banheiros e cozinhas) e áreas externas.
Deixa um acabamento um pouco mais sofisticado e liso, por isso tem sido usado em maior escala, incluindo para porcelanatos, já que admite juntas menores, entre 1 e 5mm. É o favorito aqui no escritório!
𝗥𝗲𝗷𝘂𝗻𝘁𝗲 𝗘𝗽ó𝘅𝗶:
Possui secagem cerca de 3x mais rápida que os demais, geralmente é um rejunte do tipo bicomponente, que endurece com ajuda de um catalizador. Pode ser utilizado em juntas de 1 a 8mm, em pisos e paredes.
Depois de aplicado e seco, é mais fácil de limpar, impermeável e costuma ser resiste a bactérias e fungos, mas exige cuidado e atenção redobrado na aplicação por mão de obra especializada. É indicado somente em casos específicos de exposição à umidade e abrasão, como em piscinas, saunas ou onde será utilizado produto químico com frequência.
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