Arquiteto Glaucio Gonçalves

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Arquiteto Glaucio Gonçalves Quero criar uma corrente do bem e transformar cada projeto no melhor lugar do mundo para se morar. Arquiteto - Digital Influencer - Palestrante

Eu e minha equipe projetamos sonhos. E a cada novo projeto peço licença para entrar nas casas e nas vidas de meus clientes para poder fazer o meu melhor e deixar os ambientes com a cara de quem me contratou. Minha crença em parcerias alicerçadas pela ética se torna transparente a partir de minhas atitudes e de minha equipe. Busco resultados sustentáveis com base na satisfação demonstrada por meus clientes, e venho crescendo baseado nesse termômetro, que é infalível. Valores como honestidade, qualidade, valorização das pessoas e principalmente de qualidade de vida, além de responsabilidade social e ambiental, norteiam minha relação com os diversos públicos com os quais me relaciono. Assim, quero criar uma corrente do bem e transformar cada projeto no melhor lugar do mundo para se morar.

23/10/2026

Você ainda nem mora ali. Mas já se imagina chegando em casa.

Descansando naquele sofá. Preparando um café. Tendo um canto só seu. Vivendo uma rotina que parece combinar com você.

A casa chama sua atenção pelo que você vê. Mas a vontade de estar nela pode nascer daquilo que você imagina sentir.

Foi uma das descobertas mais importantes que fiz ouvindo as pessoas como arquiteto.

Quando pergunto “o que você deseja sentir na sua casa?”, as respostas frequentemente se aproximam de cinco necessidades: acolhimento, conforto, organização, exclusividade e liberdade.

Nem sempre elas aparecem com esses nomes. Nem todas têm o mesmo peso para cada pessoa. Mas, conforme a conversa avança, aquilo que parecia difícil de explicar começa a f**ar mais claro.

A pessoa reconhece o que buscava, mesmo sem ter conseguido colocar em palavras.

A estética importa. Só que ela não conta a história inteira.

Um ambiente pode ser bonito aos seus olhos sem despertar vontade de morar nele. Outro pode fazer você imaginar uma vida ali antes mesmo de conseguir explicar o motivo.

É por isso que, no Método IDECOR, a conversa não termina em “qual estilo você gosta?”. Precisamos entender como você quer viver e o que precisa sentir nesse lugar.

Não se trata de escolher entre beleza e bem-estar. Trata-se de fazer as escolhas do projeto trabalharem a favor de quem vai viver nele.

Porque “achei bonito” e “me imaginei aqui” não são a mesma coisa.

Quando você olha para uma casa e pensa “eu moraria aqui”, o que se imagina vivendo nela? Me conta nos comentários.

Este é um recorte do episódio 12 do podcast. Assista ao episódio completo no canal. Link na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

23/10/2026

Nem sempre o que falta na sua casa é alguma coisa para comprar.

Você olha para uma parede, para um canto, para a sala inteira… e sente que tem algo estranho. Mas não consegue dizer exatamente o quê.

Pode parecer que falta um quadro, uma cor, um móvel. Só que, antes de pensar no que colocar ali, eu faço outra pergunta:

O que você gostaria de sentir nesse espaço?

Acolhimento para baixar a guarda. Conforto para relaxar. Organização para trazer clareza à rotina. Exclusividade para se reconhecer naquele lugar. Liberdade para viver do seu jeito.

Essas são as cinco necessidades que orientam o Método IDECOR. Elas ajudam a conduzir uma conversa que vai além de “gostei” ou “não gostei” da decoração.

E o caminho também funciona ao contrário.

Quando alguém entra num ambiente e se sente muito bem, meu interesse não é apenas saber se achou bonito. Quero entender por que deu vontade de f**ar.

O que acolheu? O que trouxe conforto? O que fez aquela pessoa se sentir única?

Nessas conversas, uma frase aparece muito:

“Eu não tinha pensado nisso.”

A sensação já estava ali. O que faltava era conseguir dar nome a ela.

E isso muda o ponto de partida do projeto: em vez de sair procurando algo para preencher um canto, começamos entendendo a experiência que queremos criar.

Antes de escolher o que colocar na sua casa, descubra o que você quer sentir nela.

Hoje, qual dessas cinco necessidades você mais sente falta na sua casa? Me conta nos comentários.

Este é um recorte do episódio 12 do podcast. Assista ao episódio completo no canal. Link na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

Comemorei 53 anos longe de casa. E encontrei mais um canto meu no mundo.POR DENTRO DO SENTIR · PELO MUNDOVIETNÃ · PARTE ...
23/10/2026

Comemorei 53 anos longe de casa. E encontrei mais um canto meu no mundo.

POR DENTRO DO SENTIR · PELO MUNDO
VIETNÃ · PARTE 01

Cheguei ao Vietnã no dia do meu aniversário. E, entre a novidade de estar ali e a alegria de comemorar com a Fernanda, meu olhar queria prestar atenção em tudo.

Nas fachadas estreitas. Nas varandas cheias de plantas. Nas lanternas coloridas. Nas marcas do tempo convivendo com a vida acontecendo nas ruas.

Não eram apenas edifícios para fotografar. Eram lugares que despertavam curiosidade, vontade de entrar, de descobrir um pouco mais.

À noite, a cidade virou cenário para uma lembrança muito minha.

Uma mesa a dois num rooftop. Um brinde aos 53. O jantar, a vista, a sobremesa preparada para a comemoração.

Naquele momento, eu não estava analisando arquitetura. Estava aproveitando o que aquele lugar me permitia viver.

E isso também volta comigo para o escritório.

Porque ampliar minhas referências não é só conhecer outras formas, materiais ou cores. É experimentar novas maneiras de me sentir acolhido, surpreendido, à vontade. É perceber como um detalhe pode fazer uma ocasião ganhar importância.

A vista impressiona. O cuidado aproxima. A companhia faz parte da memória.

Essas experiências alimentam a sensibilidade com que aplico o Método IDECOR. Não para reproduzir o Vietnã nos meus projetos, mas para pensar com mais atenção em quem vai chegar a eles.

Quem se hospeda num studio também pode estar comemorando alguma coisa, começando uma história ou apenas precisando de uma boa pausa.

Eu nem sempre vou saber o motivo da viagem. Mas posso projetar com cuidado para receber quem vem.

Naquela noite, fui eu quem chegou.

E aquele canto do mundo entrou na minha história.

Você também tem um lugar que ficou especial por causa do que viveu nele?

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

22/10/2026

“Eu faço parte disso.”

Quando a Samara olhou para o studio finalizado, foi isso que ela sentiu.

Samara é minha secretária. Não é arquiteta. Seu trabalho acontece nos bastidores, mas sua participação também faz parte do que entregamos.

Ela acompanhou esse studio, passou tempo ali e, ao vê-lo pronto, não enxergou apenas um ambiente bonito. Reconheceu a própria contribuição. E imaginou como seria bom para as pessoas que fossem f**ar naquele lugar.

Então veio uma sensação que ela descreveu assim:

“Foi como se ele me abraçasse.”

O imóvel não era dela. Mas havia algo dela naquela história: tempo, presença, trabalho, participação.

E se reconhecer naquele resultado trouxe uma emoção que, nas palavras dela, só conseguiu expressar chorando.

Esse depoimento fala de acolhimento, mas também de algo que não podemos esquecer quando mostramos um projeto pronto: as pessoas que ajudaram a fazer tudo acontecer.

A experiência não começa apenas quando chega o primeiro hóspede. Nesse caso, ela também alcançou alguém da nossa equipe, que se viu parte de algo que poderia fazer bem a outras pessoas.

É sobre esse pertencimento que eu tanto falo. Aqui, contado por quem sentiu.

Samara, você não ficou à margem dessa entrega. Você ajudou a construí-la. E merece se reconhecer nela.

Você se lembra de um momento em que pensou: “eu faço parte disso”? Me conta.

Assista ao depoimento no episódio 12 do podcast. O episódio completo está no canal. Link na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

22/10/2026

A tendência pode entrar na minha casa. Só não pode decidir por mim.

Não tenho nada contra buscar referências, acompanhar novidades ou gostar do que está em alta. O que eu questiono é quando a gente sabe explicar todas as escolhas da casa, mas nenhuma dessas explicações começa com: “porque isso me faz bem.”

“Porque está na moda.”
“Porque todo mundo está usando.”
“Porque disseram que assim f**a mais bonito.”

E você? Onde entra nessa conversa?

Na minha casa, o ponto de partida é outro: o que eu preciso sentir aqui?

Quero paz. Quero prazer em estar ali. Quero olhar ao redor e me reconhecer. Quero sentir que aquele lugar tem algo de único porque tem a ver comigo, não porque foi escolhido para impressionar alguém.

E, conforme eu mudo, minhas escolhas também podem mudar. A casa não precisa f**ar presa a uma versão minha que já passou.

Para mim, ela tem uma responsabilidade que vai além da aparência: proteger a liberdade de ser quem eu sou.

Lá fora, já existem expectativas, comparações e opiniões suficientes. Dentro de casa, eu não quero continuar tentando ser aprovado. Quero me sentir pertencente.

A casa pode receber elogios. Mas o melhor reconhecimento continua sendo o de quem vive nela:

“Aqui, eu me sinto eu.”

Qual escolha da sua casa você ama, mesmo que outras pessoas não entendam? Me conta nos comentários.

Esse é um recorte do episódio 12 do podcast. Assista ao episódio completo no canal. Link na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

POR DENTRO DO SENTIR · PELO MUNDO · CATARMeu olhar de arquiteto foi comigo. Nas formas dos edifícios, nos detalhes das f...
22/10/2026

POR DENTRO DO SENTIR · PELO MUNDO · CATAR

Meu olhar de arquiteto foi comigo. Nas formas dos edifícios, nos detalhes das fachadas, na luz atravessando os espaços. Eu queria observar tudo.

Mas algumas das experiências mais marcantes aconteceram quando parei de procurar referências e simplesmente aproveitei estar ali.

Ver o sol nascer no deserto. Caminhar descalço na areia. Colocar os pés nas águas do Golfo Pérsico. Encontrar uma mesa na rua e não ter pressa de levantar.

A grandiosidade me impressionou. Mas os pequenos momentos também f**aram.

E compartilhar tudo isso com a Fernanda deu outra dimensão à viagem. Além dos lugares que conhecemos, agora temos lembranças que são nossas.

Voltei com fotografias, claro. Mas também com mais atenção àquilo que nem sempre aparece nelas: o que nos convida a parar, o que desperta curiosidade, o que faz a gente querer permanecer.

É aí que essa viagem encontra a arquitetura que eu faço.

Não quero reproduzir o Catar dentro de um studio. Quero levar essa sensibilidade para as decisões do projeto: a luz que acompanha o descanso, um canto que convida à pausa, uma chegada que facilita a vida de quem está longe de casa.

A viagem alimenta o olhar com que aplico o Método IDECOR. Acrescenta experiências à pergunta que já orienta o nosso trabalho:

O que essa pessoa precisa sentir aqui?

Porque, mesmo quando projeto poucos metros, estou pensando na vida que pode acontecer dentro deles.

Qual lugar ficou na sua memória pelo jeito que você se sentiu lá?

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

22/10/2026

E se o seu hóspede não quisesse mais sair?

Imagine a chegada
depois de um dia inteiro na cidade.
A porta abre.

A luz acolhe.
A mala encontra seu lugar.
A cama convida a descansar.
Existe um canto para tomar café
sem pressa.

Tudo cabe na rotina.
“Que bom estar aqui.”

Se você quer criar essa sensação no seu studio
me manda uma mensagem aqui no WhatsApp.
Me diz o bairro do seu imóvel
e o que você quer que
o hóspede sinta
quando abrir a porta.
Eu te respondo
com uma análise do seu caso.

Porque no final é o sentir quem manda.

21/10/2026

Tem dia em que tudo o que você quer é chegar em casa e dizer: “Ufa. Agora eu posso parar.”

Deitar no sofá, puxar a manta e assistir àquela série. Sentar numa poltrona com um café ou uma taça de vinho, sem precisar fazer nada além de aproveitar o momento.

Tomar um banho gostoso, se envolver numa toalha macia e sentir que você também merece esse cuidado.

Parece simples. E é. Mas quantas vezes pensamos na aparência da casa e esquecemos desses momentos?

A gente escolhe o sofá pensando em como ele combina com a sala. Mas pensa em como quer descansar nele?

Escolhe o banheiro pela beleza. Mas considera como quer se sentir ali, no começo e no fim de cada dia?

A beleza tem seu lugar. O problema é quando a conversa termina nela.

Quando penso em um projeto, não quero apenas imaginar como o ambiente vai f**ar. Quero imaginar você vivendo nele.

Com conforto para parar, liberdade para fazer o que gosta e aquela sensação de que esse lugar tem a ver com você.

Uma casa que acolhe o seu cansaço, mas também dá espaço ao seu prazer de viver.

Porque você não mora numa fotografia. Mora no que acontece depois dela.

Assista ao episódio 12 completo no canal. O link está na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

21/10/2026

Uma casa pode impressionar quem visita e ainda não acolher quem mora.

Pode ter tudo no lugar e, mesmo assim, faltar aquela sensação: “aqui, eu posso ser eu.”

Por isso, quando falo de morar bem, não estou falando apenas de metragem, móveis ou acabamentos.

Estou falando de chegar e poder baixar a guarda. De encontrar conforto para descansar. De ter uma organização que facilite a vida, em vez de exigir esforço o tempo todo.

De reconhecer sua história nas escolhas. E, principalmente, de ter liberdade para viver do seu jeito, sem precisar representar um papel dentro da própria casa.

A casa não deveria ser mais um lugar onde você precisa se encaixar.

Foi essa descoberta que mudou a minha maneira de enxergar a arquitetura: entender que tão importante quanto aquilo que um espaço comporta é aquilo que ele permite sentir.

Talvez o verdadeiro luxo não seja ter mais casa.

Seja poder ser mais você dentro dela.

Este é um trecho do episódio 12 do podcast. Assista ao episódio completo no canal. Link na bio.

Studio com Alma. O sentir é o novo luxo.

20/10/2026

Comprou studio pra investir? Ele parece igual a todos os outros?
Quando o imóvel não mostra diferença, o hóspede compara uma coisa só: preço.
A mesma cabeceira. A mesma iluminação. As mesmas soluções.
Eu chamo isso de Síndrome do Mais Um — quando o studio é bom, é bonito, e mesmo assim não dá nenhum motivo claro pra ser escolhido.
Não é problema de metragem. É problema de projeto.
No Studio Singular, o projeto começa pelo público que você quer receber e pela experiência que você quer oferecer. A partir daí, criamos tudo do zero: layout, marcenaria, iluminação e materiais.
Cada escolha tem uma intenção.
Espaço para abrir a mala. Conforto para descansar. Identidade para ser lembrado.
Enquanto o mercado discute metro quadrado, a economia global do bem-estar movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024 — segundo maior setor do planeta. O mundo já entendeu que o que faz alguém escolher não é metragem. É o que o espaço faz sentir.
Depois de mais de 500 projetos, eu sei exatamente o que separa um studio desejado de um studio que compete por preço.
👉 Me manda uma mensagem no WhatsApp. Me diz o bairro do seu imóvel e o que mais te incomoda hoje. Eu te respondo com uma análise do seu caso.
Fonte: Global Wellness Economy Monitor 2025

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