Rifula, cozinha ancestral brasileira

Rifula, cozinha ancestral brasileira Comandada por Mama Senzeluanji, a Rifula é a cozinha do terreiro Nzo Matamba, onde sabores ancestrais se fundem em encontros gastronômicos cheios de Axé!

Rifula, ritmos e rezas dos muitos brasis sob o olhar afetuoso de uma senhora cozinheira.

✨ Você já sentiu o aroma do cumaru? ✨Poucos conhecem… mas quem prova, nunca esquece.É a baunilha da Amazônia, quente, en...
24/10/2025

✨ Você já sentiu o aroma do cumaru? ✨
Poucos conhecem… mas quem prova, nunca esquece.
É a baunilha da Amazônia, quente, envolvente, com notas de castanha e mel.
Um toque — e tudo muda. 🌰💫

🍮 Hoje, te apresento o Pudim de Cumaru:
uma receita simples, rendosa e apaixonante.
Cremosa na medida, com perfume de floresta e gosto de casa boa pra você conquistar corações.



🔥 Calda de caramelo
1 xíc. de açúcar
½ xíc. de água (pingar aos poucos depois que o açúcar derreter)

Derreta o açúcar em fogo baixo até dourar (pode mexer à vontade).
Com cuidado, despeje a água aos poucos e espere dissolver até formar uma calda lisa e brilhante.
Caramelize a forma e reserve.



🥄 Creme do pudim
1 lata de leite condensado (395 g)
2 caixinhas de creme de leite (400 g)
400 ml de leite
5 ovos
½ fava ralada de cumaru

Misture tudo à mão, sem pressa (não use o liquidificador para não incorporar ar).
Passe duas vezes pela peneira para uma textura lisa e delicada.

Despeje na forma caramelizada, cubra com papel alumínio e leve ao banho-maria, forno baixo (160 °C), por cerca de 1h30 — até ficar com aspecto gelatinoso (se achar que está muito líquido, volte ao forno).
Depois, leve à geladeira por no mínimo 4h antes de desenformar e servir.



🌿 O resultado?
Um pudim extraordinário! Sedoso, dourado, não muito doce, irresistível, com ótimo rendimento e gosto de quero mais.

🪶 Dica da casa: meia fava é suficiente — cumaru é força, não quantidade. Rale na hora para sentir a potência da floresta.

Faz e me conta!
Um xêro,

Maama

30/09/2025

Há 7 anos, minha mãe e eu estávamos prestes a viver um sonho juntas: participar de um programa gastronômico na TV. Tínhamos chegado na reta final… mas a vida nos apresentou outro caminho. Ela adoeceu, e a prioridade passou a ser cuidar, estar perto, viver cada instante. O programa não aconteceu para nós, mas ficou esse registro, esse brilho nos olhos, essa parceria que o tempo não apaga.

Hoje, 1 mês e meio após sua partida, encontrei este vídeo e senti que é hora de resgatar o que a gente construiu juntas. Cozinhar sempre foi nossa linguagem de amor, nosso jeito de celebrar a vida. E é com esse axé, com essa memória viva dela em mim, que decido voltar a colocar minhas panelas no fogo, a transformar lembranças em sabor, a alimentar corpo e alma.

Se a vida é feita de sabores, este é o momento de compartilhar o mais especial deles.

Esse vídeo não é só uma lembrança. É também um recomeço. 💛

A RIFULA está de volta!









Habebimus iogurteum 🕊️ Teremos iogurte!IOGURTE CASEIRO COM APENAS 2 INGREDIENTESVocê só vai precisar de:1 litro de leite...
08/05/2025

Habebimus iogurteum 🕊️
Teremos iogurte!

IOGURTE CASEIRO COM APENAS 2 INGREDIENTES

Você só vai precisar de:
1 litro de leite integral
1 copinho de iogurte natural (170g)

Modo de preparo:
1. Aqueça o leite até começar a formar bolhas nas bordas
2. Desligue o fogo e espere amornar entre 40°C e 45°C (temperatura suportável ao colocar o dedo).
3. Misture o iogurte natural, mexendo bem.
4. Transfira para um ou mais potes com tampa, embrulhe em um pano grosso ou toalha e deixe descansar por 8 a 12 horas em um lugar quentinho e sem mexer (dentro do armário ou forno).
5. Leve à geladeira por pelo menos 4 horas antes de consumir.

Dica:
Guarde 1 copinho do seu iogurte para fazer a próxima leva!

Pronto! Um iogurte cremoso, saudável e sem mistério.
Como antigamente!

Depois que experimentar, nunca mais vai querer outro!
Faça e me conta!

Hoje recebi uma notificação extrajudicial de 14 páginas solicitando que eu deixe de usar o termo “cozinha ancestral” na ...
20/01/2025

Hoje recebi uma notificação extrajudicial de 14 páginas solicitando que eu deixe de usar o termo “cozinha ancestral” na página da Rifula. Achei curioso. Primeiro, porque, há anos, minha Rifula não é mais um restaurante comercial na Serra da Cantareira, onde esteve em 2017/2018; ela voltou ao seu lugar de origem: a cozinha de terreiro, um espaço de tradição e afeto que não compete com absolutamente ninguém. Segundo, porque estou em São Paulo e o requerente está no Maranhão. Portanto, mesmo que a Rifula ainda estivesse em atividade aberta ao público, não seríamos concorrentes. Terceiro, e mais importante, porque a compreensão que tenho de ancestralidade é bem diferente dessa exigida em uma notificação. Para mim, ancestralidade é vivida e compartilhada, e nunca reduzida a um título ou documento. Se tivessem pedido, eu teria cedido de imediato, porque ancestralidade é, também, sobre apoiar a comunidade – algo tão simples para quem verdadeiramente a pratica.

Lamento que o uso de um nome – de uma página no Facebook com 400 seguidores e postagens quase esquecidas – tenha provocado tamanha reação. Mas o que realmente lamento, nessa história, é perceber a desconexão com o verdadeiro significado da palavra “ancestralidade”. Para mim, ancestralidade nunca foi uma ideia bonita ou uma estratégia comercial. É empatia, respeito e gratidão pelos que vieram antes e pelos que caminham ao nosso lado. Quem age sem esses valores pode deter nomes, mas jamais compreenderá ou vivenciará o que é, de fato, ser ancestral.

A ancestralidade que me guia não cabe em registros ou notificações. Ela não pode ser roubada, silenciada ou limitada. É algo que corre em minhas veias, herdado das mulheres da minha família, das matriarcas dos terreiros que me acolheram e das práticas de um povo que sabe que cozinhar também é rezar.

Por isso, declaro, com paz no coração, que a Rifula Cozinha de Terreiro (nome que consta há também há anos no Instagram) continuará honrando os saberes e sabores dos meus ancestrais – aqueles que não se explicam em processos judiciais, mas em vivências reais. E essas, ninguém pode tirar de mim.

Mimenekenu enioso!
(saudações ancestrais a todos)

Mama Senzeluanji

Riso Frouxo, uma “paelles” de camarão, linguiça e sh*take servida com couve kale crocante (e cerveja gelada).
09/12/2024

Riso Frouxo, uma “paelles” de camarão, linguiça e sh*take servida com couve kale crocante (e cerveja gelada).

Rabada da Rifula   😉
09/12/2024

Rabada da Rifula

😉

Fatos marcantes da nossa Republica:Tivemos um presidente da República - JK - que recebeu passe de um caboclo boiadeiro n...
16/11/2024

Fatos marcantes da nossa Republica:

Tivemos um presidente da República - JK - que recebeu passe de um caboclo boiadeiro na inauguração do Mercadão de Madureira, em 1959. Juscelino, impressionado, convidou a entidade para a inauguração de Brasília.

Carlota Joaquina virou pombagira de quimbanda. Carlos
Gardel baixava numa manicure, numa macumba em Fazenda da Bica. Nero, o imperador de Roma, realizava operações espirituais em Cavalcante, subúrbio carioca. O espírito do imperador costumava tomar uísque com um paciente famoso: Tom Jobim

Um paranormal mineiro (que incorporava o naturalista
Charles Darwin) declarou que D. Pedro Il foi a reencarnação de São Longuinho.

O presidente Collor afirmou a uma revista - Pl***oy - que foi D. Pedro I em outra encarnação.

Em 1994, o prefeito de Porto Seguro, João Mattos de Paula, o João da Sunga, fez durante um comício em praça pública, na presença do presidente Fernando Henrique Cardoso, a seguinte declaração: Presidente, acabo de voltar de um centro espírita, onde Pedro Álvares Cabral cumprimentou-me pelo desempenho à frente da prefeitura. Foi aplaudido.

Em 1976, o jornal Notícias Populares anunciou que o Bebê-Diabo nasceu em São Bernardo do Campo, pegou um táxi e pediu ao taxista (que o reconheceu): toca para o inferno!

Há quem garanta que a mulher de um presidente da ditadura - Cyla Médici - recebeu Dona Maria Mulambo via satélite, durante uma sessão de macumba que o grande Seu
Sete da Lira promoveu no programa do Chacrinha.

No carnaval de 1972, o Bloco da Lira, liderado pelo próprio Seu Sete, desfilou com 5 mil médiuns na Avenida Rio Branco.

Um médium psicografou mensagem do cavalo que o Marechal Deodoro montou na noite da proclamação da República (fato que rendeu notícia do jornal A Luta
Democrática).

Nos anos de 1970, Clovis Bornay fantasiou-se no carnaval de “Nabucodonosor e os jardins suspensos da Babilônia”.
Um cidadão interpelou Bornay no Hotel Gloria e criticou a fantasia, apresentando-se como o próprio Nabucodonosor e dizendo que jamais se vestiria daquele jeito. No ano seguinte, Bornay fantasiou-se de “Crepúsculo de Ramsés II”.

Viva o Brasil!

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A comida de santo é uma celebração dos sabores e das tradições que habitam os muitos Brasis Afros. Na Rifula, cada prato...
18/10/2024

A comida de santo é uma celebração dos sabores e das tradições que habitam os muitos Brasis Afros. Na Rifula, cada prato é uma sinfonia de ritmos e rezas, trazidos à vida sob o olhar sábio de uma senhora cozinheira. Aqui, a culinária transcende o simples ato de comer; é um ritual de conexão com nossas raízes e uma forma de restituição à terra que nos nutre. Rifula transforma ingredientes em memórias, oferecendo uma experiência única que homenageia a riqueza da ancestralidade e a diversidade dos povos tradicionais.

🌺

DICAS DA COZINHA DE ÁFRICA 1. Nunca guarde cebolas e batatas juntas porque ambas produzem um gás que faz com que qualque...
28/09/2024

DICAS DA COZINHA DE ÁFRICA

1. Nunca guarde cebolas e batatas juntas porque ambas produzem um gás que faz com que qualquer uma delas estrague rapidamente.

2. Coloque duas ou três folhas de laranja no óleo de palma quente e leve ao fogo. Deixe as folhas ficarem pretas antes de removê-las. A essa altura, o óleo de palma se transforma em óleo de amendoim puro, dando também um sabor agradável à comida.

3. Para evitar sentir um calor apimentado nas mãos depois de cortar pimenta com as mãos nuas, esfregue-as com sal e óleo vermelho e lave-as.

4. Se acontecer de você salgar demais uma panela de sopa, basta colocar uma batata rena descascada. A batata absorverá o excesso de sal.

5. Se a sua sopa ou ensopado azedar durante o aquecimento, adicione um pedacinho de carvão e retire após o aquecimento, o sabor voltará.

6. Nunca coloque frutas cítricas (laranja, limão, lima, etc) ou tomates na geladeira. A baixa temperatura degrada o aroma e o sabor dessas frutas.

7. Ao armazenar recipientes vazios e herméticos, acrescente uma pitada de sal para evitar que fiquem malcheirosos.

8. Se o sal estiver ficando grumoso, coloque alguns grãos de arroz para absorver o excesso de umidade.

9. Para reutilizar o óleo de cozinha sem provar o que foi cozido anteriormente no óleo, cozinhe um pedaço de 1/4 de gengibre no óleo. Isso removerá quaisquer sabores e odores restantes.

Crédito página
Nanpuime

Rabada com batata e agrião, a pedida da Rifula para o almoço de domingo.Encomendas antecipadas através do WhatsApp (11) ...
15/09/2024

Rabada com batata e agrião, a pedida da Rifula para o almoço de domingo.

Encomendas antecipadas através do WhatsApp (11) 98389-8893.

Endereço

Rua Conchilia 292
São Paulo, SP
02373010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Terça-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
Quinta-feira 10:00 - 21:00
Sexta-feira 10:00 - 22:00
Sábado 10:00 - 22:00
Domingo 10:00 - 20:00

Telefone

+5511983898893

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