27/08/2020
da semana passada que assisti um filme enquanto tecia.
O primeiro filme da quarentena: o italiano 18 Presentes - indicado pelo querido Betho e que me rendeu lágrimas grossas e profundas. Me rendeu sonhos lembrados no dia seguinte com um nó na garganta e no peito que virara perguntas e reflexões. Me rendeu conversas profundas e significativas. Me rendeu questionamentos, dúvidas e leituras. Ainda bem que chegaram mais 3 livros novos. Alguns ainda virão. Esse lindo filme me rendeu uma tecitura enxarcada de lágrimas, o coração batendo forte e muitas palavras escritas a lápis em folhas de papel, cadernos. Muitos na promessa de passar a limpo pro diário da tecelagem terapêutica. Rendeu mais passos na busca por sentido e agendamento de consulta com a minha Coach Logoterapeutica . A renda rendeu me deixou atenta ao que vem. Rendeu prricipar de uma vivência de dois encontros de arteterapia com a querida Iana e a Elen. O tema? Trabalho! 😅🥰 Mergulhei fundo e ainda estou a nadar. Mexida, calada e agitada, jardim do caos que vem sendo lapidado e Como no filme Uma beleza fantástica: a vida pede, exige e/ou nos convida a se permitir viver menos no mental e mais no sentir.
A Maria pede silêncio e sussurra que devo falar baixinhi. E eu aceito, meio a contragosto. Falar menos e ouvir mais, sentir mais, compreender mais. Que desafio. Me ouvir, ouvir algo lá das raizes profundas do self.
Dai eu entendi, é o estopim dourado! As raizes profundas, túneis e pontes. Que nutre e cresce.
Silenciar.
Pausar
Respirar.
Ouvir.